O poder de um sorriso :)


Há coisas na nossa vida, no nosso mundo humano que são realmente qualquer coisa de extraordinário. E engane-se quem está a associar esta minha ideia a acontecimentos sobrenaturais ou descobertas extraordinárias. Para quê falar dessas coisas quando podemos optar por algo muito mais simples mas também muito mais profundo que todos nós possuímos? Estou a falar de um sorriso. Um simples sorriso, algo que muitas vezes considerámos tão insignificante que nem nos apercebemos da sua real importância e amplitude.

Como parte da definição diz é algo amável, que manifesta satisfação, boa disposição e principalmente alegria!!! Temos alturas em que lutamos tanto para ver um na cara dos nossos familiares e amigos. Coisa que nem sempre é fácil de conseguir mas se for alcançada então…. É reconfortante não é? Estado de êxtase diria mesmo. Maravilhosa a forma como um sorriso consegue contaminar positivamente o espaço que o rodeia.

Há ainda o sorrir por natureza. Os que podemos caracterizar como aqueles que já vêm no “ADN” da pessoa. Assim como há gente que fala de uma maneira agressiva, de olhos fechados, calma e suavemente também há os que falam a sorrir. E quem diz falar diz outra coisa qualquer. São os naturais.

Então para quê usar a outra parte da definição? “Riso leve de desprezo ou de ironia.” Falso. Maldoso. É terrível! Gesto cruel que mais tarde ou mais cedo vai acabar por provocar dor e tristeza nos seus destinatários. Um sorriso que engana pode ser um sorriso que mata e no entanto todos nós recorremos a eles. Uns mais do que outros. Que estupidez! Chamo-lhe mesmo ridículo quando me lembro que temos os verdadeiros e os interiores. Só precisamos desses, dos que surgem intuitivamente quando estamos com alguém do nosso círculo de relações, o nosso verdadeiro círculo. Porque o simples estar com alguém que tem importância na nossa vida já provoca um sorriso real.

Finalmente, tive o pequeno cuidado de guardar os melhores para o fim. Os inocentes. Então mas esses não são os positivos? Que surgem de maneira não forçada? Não, esses são os inocentes tipo B que englobam os alegres, os naturais e outros. Estes são os inocentes tipo A. Há diferenças entre eles muito importantes. Os tipo B surgem de “livre vontade” mas se nos esforçarmos muito conseguimos suprimi-los. Já os tipo A são incontroláveis. Podemos dizer que representam o coração e a alma a falar. Não há maneira de os disfarçar ou conter. Nada os consegue parar.

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